sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Teoria da Vaca Nova


Há um tempo atrás vi um filme intitulado: “Someone Like You”, cujo argumento se baseava na Teoria da Vaca Nova, que passo a citar:
“Se há pouco tempo me tivessem perguntado porque é que eu achava que os homens deixavam as mulheres, eu teria respondido o seguinte: Vaca Nova.
A Teoria da Vaca Nova nasceu de um coração partido.
Surgiu-me ao ler sobre o comportamento masculino no "New York Times" que continha um estudo fascinante sobre as preferências de acasalamento do boi.
Primeiro, davam ao boi... uma vaca. Acasalavam.
No dia seguinte, davam a mesma vaca ao boi.
O boi já não estava interessado. Queria uma Vaca Nova e a primeira já era considerada uma Vaca Velha.
Para enganar o boi, os cientistas recorreram a um truque engenhoso. Besuntaram a Vaca Velha com o cheiro da Vaca Nova.
Mas o boi não era parvo. Esta não era uma Vaca Nova. Era a Vaca Velha disfarçada. “
Ou seja, já não havia química, já não havia nada de novo. Não porque a vaca nova fosse melhor do que a vaca velha, mas porque era apenas... novidade. Era mais um troféu.
O que há de melhor num relacionamento do que a parte inicial?! Tudo o que vem a seguir é um trabalho árduo de conhecimento mútuo e de adaptação, de cedências que não agradam a todos, nem para as quais muitos estão preparados. Por isso, preferem viver numa superficialidade eterna. Será que lá no fundo são felizes?
Ah!... Para não ferir susceptibilidades, voltei só para vos contar o final do filme: A actriz chegou à conclusão que nem todos os homens são iguais e que nem sempre preferem ficar com a "vaca nova"...

1 comentário:

Sardita disse...

Olá SPL

Eu sou feliz, e só tive 5 vacas que amei a todas elas muito e por muito tempo, e ainda hoje as recordo com agrado, claro de maneira diferente cada uma delas.
Não vejo as vacas da minha vida como troféus mas si consequência do meu amor e em conjunto com o delas, claro que o amor por vezes não resulta por variadíssimas razões. Claro que existem bois e vacas que vêem assim o amor, mas todos nós somos diferentes.

Sim, estou de acordo contigo temos, de parte-a-parte fazer cedências, correcções e adptações. Não concordo contigo no seguinte: Todos os bois vivem na superficialidade eterna; ando à procura de uma vaca para amar e tenho aprendido e apreendido com os erros do passado.

Acho que a falta de amizade no amor é grande culpada por parte desta questão e a vida materialista em que vivemos é importante.

Não passes do particular para o universal, pois nem todos os bois são iguais.

Tirando isso tudo bem!
Obrigado pela tua reflexão

Beijinhos do teu boi amigo.